Tuesday, March 07, 2017

AS INDAGAÇÕES ALEATÓRIAS DE HILDEBERTO


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O crítico literário, escritor, acadêmico, professor universitário, poeta e ensaísta Hildeberto Barbosa Filho. [Clique na foto para ampliá-la]
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EM SUAS “INDAGAÇÕES ALEATÓRIAS”, O CRÍTICO LITERÁRIO HILDEBERTO BARBOSA FILHO NOS PERGUNTA “QUE MUNDO É ESSE EM QUE”...

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Evandro da Nóbrega,
escritor, jornalista, editor, sócio efetivo do
Instituto Histórico e Geográfico Paraibano
[druzzevandro@gmail.com]

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Temos a satisfação de reproduzir abaixo o mais recente artigo do professor universitário, escritor, poeta e crítico literário Hildeberto Barbosa Filho.

Este escrito foi publicado na sua coluna do jornal A UNIÃO, em João Pessoa, neste final de semana. Hildeberto está para lançar mais dois livros, mas, por enquanto, vamos nos contentar com a leitura de mais um de seus imperdíveis comentários:

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COLUNA: LETRA LÚDICA
TÍTULO DO ARTIGO: Indagações aleatórias
AUTOR: Hildeberto Barbosa Filho

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No campo literário:
Que mundo é esse em que não posso, posto em sossego, prosear com meu velho amigo Charles Baudelaire? Em que poetas menores, seduzidos pelo canto de sereia dos brinquedos linguísticos, cortam uma palavra aqui, invertem os parênteses ali e alongam os dois pontos no começo do verso, consideram-se, por estes falsos artifícios formais, os descobridores da pólvora poética? 

Que mundo é esse no qual a poesia se transformou numa coisa de plástico biodegradável a que todos têm acesso, quer na fatura, quer na recepção? Que mundo é esse em que Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac não soube ler Augusto dos Anjos, expelindo sobre sua lírica antiestelar toda sua marmórea indiferença de viperino parnasiano?

No setor dos eventos:
Que mundo é esse em que no “Agosto das Letras” se tratam intelectuais e poetas à maneira de João Machado em relação a Augusto, não lhes dando, de forma decente e em tempo hábil, a devida contraprestação pelos serviços ofertados?  Que mundo é esse onde existe um Cariri na memória e, na memória, uma FLIBO, cuja coordenadoria não paga o cachê do palestrante convidado nem lhe restitui a gasolina do transporte particular, pesar de todo acerto que houve antes, seja por telefone ou por e-mail? 

Que mundo é esse onde gestores de seletos condados intelectuais não desenvolvem a capacidade de escuta e simplesmente ignoram seus pares, valendo-se apenas dos suspensórios de sua vaidade pessoal para tomar ridículas, absurdas e patéticas decisões? Onde academias de letras e institutos históricos acolhem togados, políticos e amanuenses, na mais das vezes medíocres em suas respectivas áreas de atuação, e rejeitam cientistas, estudiosos, ensaístas, artistas e escritores de talento?

Na esfera do mercado:
Que mundo é esse onde Roberto Carlos é rei, onde Paulo Coelho é escritor e onde um tal de “Pato” se diz craque de bola? Que mundo é esse onde o cidadão de bem está preso e refém das grades, alarmes e cercas elétricas de seus cárceres privados, enquanto o crime organizado comanda a ordem política, econômica e social? 

Que mundo é esse onde o capital simplesmente devora o trabalho e a mais-valia cresce assustadoramente na mesma proporção em que cresce assustadoramente a ferrugem da miséria? Que mundo é esse onde a alguns só resta venderem seus órgãos para poder sobreviver? Onde multidões de exilados amargam a insegurança das fronteiras e perderam, em definitivo, suas pátrias de origem?

Em âmbito educacional:
Que mundo é esse em que a Universidade não mais encontra o rumo do pensamento crítico e, à medida que o tempo passa, se transforma num colejão de periferia? 

Que mundo é esse em que professor não consegue ministrar uma aula sem as muletas do data-show e em que a pesquisa científica segue as leis do empreendedorismo mercadológico?  Que mundo é esse onde não se sabe mais ler, nem em voz alta nem silenciosamente, e onde o livro – parece - já é coisa do passado?

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Wednesday, January 18, 2017

SEMANÁRIO DESTACA A DRA. ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO


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SEMANÁRIO DESTACA A 
DRA. ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO

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A professora Ângela Bezerra de Castro, quando do lançamento de seu livro Um certo modo de ler, em 2008. [CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA]

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A página especial sobre a Dra. Ângela foi escrita pela jornalista, colunista e crítica de Arte Katarine Laroche. [CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA]

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Outra parte da reportagem-entrevista com a professora Ângela Bezerra de Castro. [CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA]

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Visão da página completa no segundo caderno ou suplemento cultural do semanário Contraponto. [CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIÁ-LA]

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HEBDOMADÁRIO CONTRAPONTO HOMENAGEIA PROFESSORA E CRÍTICA LITERÁRIA ÂNGELA BEZERRA DE CASTRO COM PÁGINA ESPECIAL EM SEU CADERNO DE CULTURA

por Evandro da Nóbrega,
escritor, jornalista, editor
[druzzevandro@gmail.com]

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Um dos recentes números do semanário Contraponto, editado em João Pessoa pelo conceituado jornalista João Manuel de Carvalho, traz uma página de seu segundo caderno (Caderno B) dedicada à notável professora universitária, escritora de múltiplos talentos, respeitada crítica literária, latinista de renome e dinâmica acadêmica Ângela Bezerra de Castro, com diversos trabalhos de fôlego já divulgados Brasil afora.

O artigo sobre ela é de autoria da universitária Katarine Laroche e tem por título "Ângela Bezerra de Castro: Visceralidade, sensibilidade e Literatura", com o seguinte subtítulo: "A renomada crítica literária Ângela Bezerra de Castro tem duas obras lançadas e inúmeras contribuições ao mundo das Letras".

PRINCIPAIS OBRAS PUBLICADAS
Para os poucos que não sabem, a professora Ângela Bezerra de Castro — que se destacou até mesmo como coordenadora acadêmica da ESMA (Escola Superior da Magistratura) do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba — tem obras publicadas, com destaque para as seguintes:

* Um certo modo de ler (Ideia Editora, João Pessoa, 2008);

* Releitura de A Bagaceira: uma aprendizagem do desaprender (Prêmio José Américo de Almeida, de 1987, em nível nacional); publicada pela Livraria José Olympio Editora.

Com outros críticos e historiadores, a professora Ângela Bezerra de Castro organizou e publicou a Coletânea de autores paraibanos (pela Secretaria de Estado da Educação e Cultura da Paraíba) e Fortuna crítica de José Lins do Rego, pela Editora Civilização Brasileira.

EDITOU LIVRO DE ODILON
A Dra. Ângela Bezerra de Castro também coletou e organizou o material para a uma obra especial que editou: o volume póstumo com artigos do intelectual, empresário e político Odilon Ribeiro Coutinho.

Perdoem-me a autocitação, mas vejam o que sobre isto publiquei em meu mais recente livro, Em homenagem ao Comendador Renato: Biografia do Dr. Renato Ribeiro Coutinho, um dos maiores empresários paraibanos [Ideia Editora, João Pessoa, 2016]:

   
2000 = Falece no Rio de Janeiro, vítima de parada cardíaca, mais um dos irmãos do Comendador Renato Ribeiro Coutinho, o Dr. Odilon Ribeiro Coutinho, deixando viúva a Sra. Solange Velloso Borges Ribeiro Coutinho. Era pretensão de Odilon reunir em livros distintos as várias conferências pronunciadas por ele sobre Gilberto Freyre e os artigos que escreveu e que foram publicados se­ma­nal­mente no Diário de Pernambuco, por quase um ano, sobre a obra do grande sociólogo e antropólogo. Infelizmente, não chegou a realizar seu desejo, ficando inéditas essas obras. Mas de sua publicação cuidaram a família e a destacada escritora, acadêmica e crítica literária paraibana Ângela Bezerra de Castro.

Organizadora do magnífico volume, a Dra. Ângela lhe deu o título de Gilberto Freyre ou o ideário brasileiro (Editora Topbooks, 2005). Esta valiosa obra — editada em convênio com a Fundação Gilberto Freyre, do Recife, mas publicada no Sudeste, de onde alcançou divulgação nacional — reúne 40 artigos do Autor, publicados no Diário de Pernambuco, entre agosto de 1987 e julho de 1988, mais oito con­ferências proferidas na mesma época, nos quais o tema é a vida e a obra de Gilberto Freyre, de quem Odilon Ribeiro Coutinho foi grande amigo e confidente.

Escrevendo a Apresentação deste livro do amigo de seu pai, Fernando Freyre ressalta o ótimo escri­tor que sempre foi Odilon Ribeiro Coutinho. O Prefácio é de outro grande amigo de Odilon, o saudoso bibliófilo e bibliólogo Édson Néry da Fonseca, que, bem antes, por recomendação do próprio Dr. Odilon, pôde ser entrevistado, em João Pessoa, pelo autor deste livro que o leitor tem em mãos, quando aqui esteve, na UFPB, a fim de pronunciar conferência.”  


REVISTA PARAHYBA CULTURAL
Vejam o que certa feita a revista literária "Parahyba Cultural" publicou sobre esta mestra de nossas Letras:

"Ângela Bezerra de Castro é brejeira de Bananeiras. Mas, se lhe pedirem a referência de uma cidade, como ocorreu em recente entrevista, não precisa pensar para responder: 'A Araruna da minha infância. E, nela, a casa de meu avô, lembrada com a mesma emoção dos versos de Manuel Bandeira: nunca pensei que ela acabasse... Tudo lá parecia impregnado de eternidade'...

Sua atuação como professora e crítica literária tem o mais amplo reconhecimento da comunidade paraibana. A ela recorrem os escritores da geração mais jovem e mesmo os de renome, em busca de orientação prévia, da apreciação justa e da apresentação de seus textos.

Raramente uma comissão de alto nível, para julgamento de um texto literário, é constituída sem a sua presença. As crônicas e colunas literárias há muito lhe concedem 'Honra ao Mérito', tantas são as referências e testemunhos, destacando-lhe as qualidades intelectuais e de caráter.

Incluindo a professora Ângela Bezerra de Castro entre seus homenageados, o Conselho Estadual de Cultura referenda o julgamento continuado da comunidade cultural da Paraíba.


ALGUNS DADOS BIOGRÁFICOS
Ângela Bezerra de Castro é bacharel em Direito pela UFPB (1966), licenciada em Letras Vernáculas pela mesma Universidade (1970), Mestra em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1976) e Doutora em Teoria da Literatura (lato sensu) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982).

Foi professora do Colégio Estadual (Lyceu Parahybano); da antiga Escola Técnica Federal da Paraíba e da UFPB. Superintendente da Escola de Serviço Público do Estado da Paraíba, reestruturou essa mesma ESPEP, fazendo-a cumprir seus objetivos em prol do Serviço Público. Foi também secretária-adjunta da Educação e Cultura, respondendo interinamente pela Subsecretaria de Cultura.


COLETÂNEA DE AUTORES PARAIBANOS
Além de artigos em jornais, prefácios e apresentações de livros, publicou pela José Olympio Livraria e Editora a obra Releitura de A Bagaceira: Uma aprendizagem do desaprender, ensaio que lhe valeu o Prêmio José Américo de Literatura de 1987, em nível nacional.

Com outros autores, organizou e publicou a Coletânea de autores paraibanos (pela Secretaria de Estado da Educação e Cultura da Paraíba) e Fortuna crítica de José Lins do Rego, pela Editora Civilização Brasileira.


SOBRE KATARINE LAROCHE
A autora do texto desse caderno cultural sobre a Dra. Ângela — a escritora, colunista e também crítica de Arte Katarine Laroche, conhecida na intimidade por Agani — trabalha no hebdomadário Contraponto, frequenta o curso de Ciências das Religiões na Universidade Federal da Paraíba (cujo Centro Acadêmico também integra) e mantém perfil no Facebook, entre outras redes sociais.


Participa ela, ainda, do grupo CACR-Religare, cujo título tem a ver com a etimologia da palavra "religião" (oriunda exatamente do termo "religare", em latim). 

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Thursday, November 03, 2016


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A SOKA GAKKAI INTERNACIONAL E O IHGP
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UM ESCRITOR MUITO PROLÍFICO
Autor de grande número de livros e coleções inteiras de diálogos e análises sobre os mais diversos assuntos, Daisaku Ikeda está com 88 anos, mantendo incansável atividade internacional. [Clique na foto para ampliá-la]
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DAISAKU IKEDA E AUSTREGÉSILO DE ATHAYDE
Foi em fevereiro de 1993 que, no Brasil, o já mundialmente conhecido líder japonês Daisaku Ikeda veio a conhecer o então presidente da Academia Brasileira de Letras, Austregésilo de Athayde, com quem escreveu um livro, fruto do longo e produtivo diálogo que mantiveram sobre os direitos humanos no início do Terceiro Milênio. [Clique na foto para ampliá-la]
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LÍDER JAPONÊS DAISAKU IKEDA ELEITO O MAIS NOVO SÓCIO HONORÁRIO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO PARAIBANO

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por Evandro da Nóbrega,
escritor, jornalista, editor,
sócio efetivo do IHGP
[druzzevandro@gmail.com]

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Uma das maiores personalidades mundiais é, a partir de agora, sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), sediado em João Pessoa. Trata-se do internacionalmente conhecido líder japonês, escritor, educador, filósofo budista, fotógrafo e ativista antinuclear Daisaku Ikeda [池田 大作 ou Ikeda Daisaku, já que, em japonês, o sobrenome precede o nome que para nós seria o prenome].

Daisaku Ikeda tem 88 anos, preside a organização Soka Gakkai International, é poeta laureado no Japão e autor de grande número de livros, muitos dos quais já traduzidos no Brasil (ver a relação, mais adiante, neste mesmo informe).

NUMA ELEIÇÃO UNÂNIME
O Dr. Daisaku foi eleito unanimemente, neste dia 3 de novembro, pelos integrantes do IHGP reunidos em assembleia geral, durante pleito dirigido pelo presidente da instituição, o médico, escritor e historiador Guilherme Gomes da Silveira d'Avila Lins.

Por sinal, o Dr. Guilherme atuou como mediador da proposta para que o líder japonês passasse a integrar o Instituto Histórico — mais importante e antiga instituição cultural em funcionamento contínuo no Estado.

12 MILHÕES DE MEMBROS
A organização budista laica e internacional Soka Gakkai, que trabalha em estreito contato com a ONU, a UNESCO, a FAO e outros organismos mundiais, está presente em 198 países, inclusive no Brasil, dispondo de cerca de 12 milhões de membros. A residência principal de seu presidente, Daisaku Ikeda situa-se na capital japonesa.

Ikeda é o terceiro presidente da Soka Gakkai. É a SGI (Soka Gakkai International) o maior dos movimentos neo-religiosos do Japão e, também, a maior organização budista leiga do mundo.

JÁ VISITOU 55 PAÍSES
O nome de Daisaku Ikeda (que já visitou 55 países e publicou mais de 50 diálogos com grandes personalidades internacionais) é artificialmente pronunciado, em inglês, como "dáissaku aikída" — mas, na realidade, soa como "dayssáku ikedá" em japonês.

Filho de Itchi Ikeda (mãe) e Nenokitchi Ikeda (pai), Daisaku Ikeda nasceu a 2 de janeiro de 1928, em Ōta, Tóquio, Japão e é casado com a Sra. Kaneko Ikeda, tendo os filhos Hiromasa Ikeda e Takahiro Ikeda. 

HUMANISMO SEM FRONTEIRAS
Seu objetivo principal é fomentar a paz, a educação e a cultura, numa visão budística de um humanismo sem fronteiras, com ênfase na liberdade de pensamento e no desenvolvimento pessoal, respeitadas todas as formas de vida. Assim é que o movimento banca desde creches e escolas do jardim-de-infância até grandes universidades.

Os temas mais presentes nos sucessivos encontros promovidos em todas as partes do mundo pelos entusiastas da Soka Gakkai incluem itens como a paz e o desarmamento, desenvolvimento e crescimento econômicos, diálogo inter-religioso, budismo e ciência, direitos humanos, direitos femininos etc etc etc.

PRINCIPAIS LIVROS EM PORTUGUÊS
Muitos dos livros de Ikeda já foram traduzidos e lançados no Brasil. A Wikipédia em português lista os seguintes:

* Revolução Humana (em 12 volumes)

* Nova Revolução Humana (em 23 volumes)

* A Sabedoria do Sutra de Lótus (diálogo com Katsuji Saito, Takenori Endo e Haruo Suda, em seis volumes)

* Preleção dos capítulos Hoben e Juryo

* O Buda vivo

* Budismo: o primeiro milênio

* O Budismo na China

* Clássicos da literatura japonesa

* Uma paz duradoura (em três volumes)

* Desafio de uma nova era de paz

* Escolha a vida (dialogando com o historiador Arnold Toynbee)

* Vida, um enigma, uma joia preciosa

* Diálogo sobre a juventude (em três volumes)

* 365 dias: frases para mulheres

* Antes que seja tarde (diálogo com o "scholar" e industrial italiano Aurelio Peccei, fundador e primeiro presidente do Clube de Roma, que chamou a atenção mundial com seu relatório de 1972, intitulado "Os limites do crescimento")

* Direitos humanos no século XXI (diálogo com o pensador brasileiro Austregésilo de Athayde)

* Valores humanos num mundo em mutação (diálogo com o professor emérito Bryan Ronald Wilson, da Universidade de Oxford e presidente da Sociedade Internacional de Sociologia da Religião, além de autor de vários livros influentes, sobre as novas religiões, como "A dimensão social do sectarismo" e "Mágica e o Milênio")

* A noite clama pela alvorada (diálogo com o escritor francês René Huyghe, conservador do Museu do Louvre, psicólogo e filósofo da Arte, além de professor do Collège de France e membro da Académie Française)

* Cidadania planetária (diálogo com o escritor inglês futurista, homem de tv e iconoclasta econômico Hazel Henderson, autor de diversos livros importantes, como "Além da globalização" e "Mercados éticos: o crescimento da Economia Verde")

* Ser humano: onde a ética, a medicina e a espiritualidade convergem (diálogo com os profissionais canadenses da Saúde René Simard e Guy Bourgeault, sendo que o primeiro é médico patologista, pesquisador na área do câncer e administrador universitário, inclusive como reitor da Universidade de Montreal)

* Astronomia e budismo: uma jornada rumo ao distante Universo (diálogo com o astrônomo brasileiro Ronaldo Rogério de Freitas Mourão)

* Juramento Kayo (coletânea de orientações).


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Sunday, September 18, 2016

OS 111 ANOS DE FUNDAÇÃO DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO PARAIBANO

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IMPRENSA PARAIBANA EM PAPEL DEIXA PASSAR TOTALMENTE EM BRANCO O TRANSCURSO DOS 111 ANOS DO IHGP, NOSSA MAIS ANTIGA CASA DA MEMÓRIA E DA CULTURA EM ATIVIDADE CONTÍNUA
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A sede do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, no centro de João Pessoa. [Clique na foto para ampliá-la]

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O brasão de armas do IHGP. [Clique na foto para ampliá-la]
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por Evandro da Nóbrega,
escritor, jornalista, editor e
sócio efetivo do Instituto Histórico
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Causou espécie em meios intelectuais e culturais do Estado o fato de o 111º. aniversário do IHGP (Instituto Histórico e Geográfico Paraibano) haver transcorrido no dia 7 de setembro próximo passado sem que a Imprensa escrita da Paraíba dedicasse, já não se diz uma reportagem, mas sequer uma única nota sobre a efeméride.

É isto mesmo: passaram-se totalmente em branco, para essa Imprensa impressa, os 111 anos da mais antiga Casa da Memória e da Cultura da Paraíba em atividade contínua.

O IHGP é também conhecido com a Casa de Irineu Ferreira Pinto, seu fundador e secretário perpétuo, além de autor de uma obra indispensável, sob o título de Datas e Notas para a História da Paraíba.

SÓ SAIU NA INTERNET...
Essa data teria passado TOTALMENTE EM BRANCO não fosse o degas aqui haver noticiado em seu blog DRUZZ ON LINE e em seu perfil do Facebook (o que felizmente recebeu vários e imediatos compartilhamentos) o aniversário do Instituto Histórico associado à posse de seus novos Presidente e Vice-Presidente, os historiadores Guilherme Gomes da Silveira d’Avila Lins e Joaquim Osterne Carneiro.

Com efeito, no último dia 7 de setembro de 2016 (quarta-feira), o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) celebrou em sessão magna não apenas a passagem de seus 111 anos de existência, mas também a posse coletiva de toda a sua nova Diretoria.

DIRETORIA LAMENTA EM NOTA
É no mínimo estranhável que nossos meios de Comunicação, considerando que frequentemente propalam ter apreço à nossa História e à nossa Cultura, terem deixado passar em brancas nuvens essa relevante efeméride.

De fato, tirante nossas já aqui aludidas referências on line, a data transcorreu SEM UM ÚNICO REGISTRO por parte da Imprensa local escrita em suporte de papel. E muito menos se assinalou — nem antes, nem durante, nem depois — a comemoração realizada na mesma data, juntamente com a concorridíssima posse da nova Diretoria.

No entanto, a Diretoria do IHGP — entendendo que, “diante disso, é de se imaginar que, na óptica da Imprensa local, o aniversário mais que centenário da Casa da Memória e da Cultura da Paraíba pode transcorrer sem qualquer menção” — não deixou de acusar essa falta de atenção dos periódicos em papel. E lançou a Nota a seguir reproduzida:

O 111o aniversário do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP)

“Ninguém contesta o fato de que a Paraíba é geograficamente um pequeno Estado deste País, todavia, este “pequenino grão de areia” constitui um vasto celeiro para a história do Brasil, cujos prolegômenos das guerras de conquista do seu território se iniciaram no final do terceiro quartel do Século XVI, em 1574, e se prolongaram por mais de duas décadas.

Por outro lado, no que tange à sua contribuição cultural pelos tempos afora a Paraíba vem enriquecendo sobremaneira o manancial das letras desta nação, tendo inclusive conseguido, ainda bastante jovem, extrapolar suas próprias fronteiras geográficas. Para fundamentar tais afirmativas menciono aqui apenas dois dos seus mais remotos exemplos.

Assim, este Estado é o único que no contexto da história nacional pode ostentar com júbilo a elaboração de uma crônica primordial propriamente dita (protocrônica), ou seja, o Sumário das Armadas, concluído em 1594. Além disso, em 1618 estava sendo rascunhado na Paraíba o célebre Dialogo das Grandezas do Brasil, obra que no entendimento do enciclopédico Prof. José Honório Rodrigues representa um dos doze maiores livros escritos sobre este País durante o nosso período colonial.

Estes são apenas dois marcos pioneiros da iluminada maratona histórica e cultural da Paraíba, a qual, daí por diante, foi sendo palmilhada com muito valor e brilho até os dias atuais. Fica óbvio, dessa maneira, que uma abrangente ilustração da sua produção intelectual não caberia nestas exíguas linhas.

Pois bem, no último dia 7 de setembro de 2016 (quarta-feira) o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP) celebrou em Sessão Magna o transcurso de seus 111 anos de existência, ele que é a mais antiga Casa da Memória e da Cultura da Paraíba em atividade contínua, sendo também conhecido com a Casa de Irineu Ferreira Pinto, seu  Fundador e Secretário Perpétuo, autor das reverenciadas Datas e Notas para a História da Paraíba.

É portanto curioso __ considerando que os nossos meios de comunicação costumam propalar seu apreço à nossa história e à nossa cultura __ o fato de aquela importante efeméride do IHGP ter transitado sem um único registro, por parte da imprensa local escrita em suporte de papel, assinalando a comemoração ali levada a cabo, nem antes, nem durante, nem depois do referido evento.

Diante disso, é de se imaginar que na óptica da imprensa local o aniversário mais que centenário da Casa da Memória e da Cultura da Paraíba pode transcorrer sem qualquer menção.

O tempora! O mores!... Isto se mostra deveras lamentável até porque teve ou tem assento nessa Instituição admiráveis figuras da nossa história e da nossa cultura como João Rodrigues Coriolano de Medeiros, Irineu Ferreira Pinto, Celso Mariz, João de Lyra Tavares, Eudésia de Carvalho Vieira, Josa Magalhães, Antônio Botto de Menezes, Maurício de Medeiros Furtado, Clóvis dos Santos Lima, Oscar de Oliveira Castro, Elpídio de Almeida, Horácio de Almeida, Humberto Carneiro da Cunha Nóbrega, Deusdedit de Vasconcelos Leitão, Lauro Pires Xavier, Heronides Alves Coelho Filho, Maurílio Augusto de Almeida, Joacil de Brito Pereira e tantos outros Membros deste Silogeu.

É bom que se diga que, a rigor, o IHGP não carece de loas ou nótulas para lembrar que ele merece o respeito de quem sabe da sua existência, até porque os fatos históricos têm, por si só, seu valor intrínseco e são sempre noticiáveis, todavia, nem sempre as notícias constituem fatos históricos.

De todo modo, a citada festividade transcorreu plena de sucesso com a presença de uma centena de pessoas distintas e ilustres que a abrilhantaram na medida do seu merecimento.
Dentre os que prestigiaram aquela solenidade contava-se inclusive um Professor Titular da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Quanto às diversas mensagens de congratulações recebidas naquela ocasião há que se ressaltar as de autoridades universitárias estrangeiras, oriundas de Portugal (Universidade de Lisboa) e da Espanha (Universidade de Salamanca), além de uma muito especial enviada da Áustria por um dos Membros da Casa Imperial do Brasil, trineto de D. Pedro II, Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e do IHGP. Também não faltou a mensagem do Prof. Dr. Arno Wehling, Presidente do IHGB.

Dessa maneira, o aniversário do IHGP foi sobejamente festejado por muita gente de destaque que reconhece e reverencia a história e a cultura da Paraíba.

Entre muitos outros estavam presentes o Presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, um Desembargador do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, Membros do Ministério Público do Estado, Professores da UFPB (Cursos de História e de Direito), o Presidente do Conselho Regional de Medicina, vários Conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, o Presidente da Academia Paraibana de Medicina (APMED) e diversos dos seus Membros, o Presidente da Academia Paraibana de Letras (APL) e vários dos seus Membros, o Presidente da Academia Paraibana de Letras Jurídicas (APLJ), Membros da Academia Paraibana de Letras Maçônicas (APLM), o Presidente da Sociedade Paraibana de Arqueologia (SPA) bem como alguns Membros do Instituto Histórico de Campina Grande (IHCG), Membros da Academia de Letras de Areia (ALA), o Presidente da Academia Paraibana de Engenharia (APENGE), um representante da Academia Paraibana de Odontologia (APO), vários Membros do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH) e, é claro, 22 Membros do IHGP. Inegavelmente, estes são fatos digno de nota.

Para concluir, a verdade é que, apesar das muitas dificuldades enfrentadas até hoje por esta vetusta Instituição (aliás, esta é a regra geral das entidades congêneres neste País), as quais têm sido sempre superadas com muita dignidade, pode-se dizer que, mesmo diante dos ventos agrestes eventualmente açoitando seu frontispício, o IHGP permanece incólume e ativo há 111 anos, trilhando seu caminho histórico e cultural (além de educacional) e assim continuará no porvir.

A Diretoria do
Instituto Histórico e Geográfico Paraibano”


Tuesday, September 06, 2016

POSSE DE GUILHERME D'AVILA LINS & JOAQUIM OSTERNE NO IHGP


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SERÁ NO FIM DA TARDE DESTE DIA 7 DE SETEMBRO A POSSE DA NOVA DIRETORIA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO PARAIBANO

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No próximo triênio (2016-2019), a "Casa da Memória e da Cultura" — como também é conhecida a mais importante e antiga instituição cultural em funcionamento contínuo no Estado — será presidida pelo médico e historiador Guilherme Gomes da Silveira d'Avila Lins, tendo por vice-presidente o engenheiro-agrônomo e historiador Joaquim Osterne Carneiro.

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 Você não vai querer perder a posse do Dr. Guilherme d'Avila Lins na Presidência do IHGP — mesmo porque, nessa investidura, ele lerá, como alocução de posse, o mais recente trabalho historiográfico de sua autoria, abordando a contribuição dos médicos (paraibanos em particular e brasileiros em geral) para os estudos históricos e pesquisas conexas, aqui e alhures. 
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O novo Vice-Presidente eleito, o Dr. Joaquim Osterne Carneiro. [Clique na foto para ampliá-la] 
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A sede do Instituto Histórico e Geográfico, no Centro de João Pessoa. [Clique na foto para ampliá-la] 
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O brasão d’armas do IHGP. [Clique na foto para ampliá-la]
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A POSSE DA NOVA DIRETORIA DO IHGP 


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por Evandro da Nóbrega,
escritor, jornalista, editor,
membro do IHGP
[druzzevandro@gmail.com]
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Será às 17 h deste dia 7 de setembro de 2016 a posse da nova Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), também conhecido como "a Casa da Memória e da Cultura" — enfim, a mais importante e mais antiga instituição cultural do Estado em atividade contínua. Foi fundada num Sete de Setembro como este, em 1905, e nunca mais parou de trabalhar em benefício da Paraíba.

A nova Diretoria do IHGP — que comandará os destinos da entidade no triênio que vai de 2016 a 2019 — será presidida pelo historiador, médico, acadêmico e escritor Guilherme Gomes da Silveira d'Avila Lins. Trata-se de um dos maiores especialistas brasileiros em História Colonial e autor de grande número de livros, especialmente no campo historiográfico.

Ele terá como Vice-Presidente o engenheiro-agrônomo e historiador Joaquim Osterne Carneiro, que até agora presidiu o Instituto. O espírito de inovação e de criatividade do Dr. Guilherme d'Avila Lins e a experiência do Dr. Joaquim Osterne na condução da Casa da Memória e da Cultura da Paraíba fazem prever uma administração voltada para realizações de real valor para a intelectualidade estadual.

JÁ TOMA POSSE INOVANDO
E o novo presidente do IHGP já toma posse inovando em pelo menos dois aspectos:

a) fez retornar a data de posse ao dia 7 de setembro, que é a data em que foi fundado o Instituto, há exatos 111 anos; e,

b) ao invés de pronunciar um discurso apenas protocolar, talvez até com tons de oba-oba, preferiu apresentar um novo e original trabalho historiográfico de sua lavra, sob o título de UMA BREVE APRECIAÇÃO DA CONTRIBUIÇÃO DOS MÉDICOS PARA OS ESTUDOS DA HISTÓRIA E DOMÍNIOS CONEXOS NA PARAÍBA E NO BRASIL".

Será, portanto, uma autêntica alocução de posse a que pronunciará o Dr. Guilherme d'Avila Lins quando de sua investidura no cargo de presidente do IHGP.


O INSTITUTO HISTÓRICO
O autor destas linhas tem o maior orgulho em pertencer à principal e mais antiga Casa de Memória e da Cultura na Paraíba, o IHGP.

Declarado de utilidade pública desde o ano de 1909 (pela Lei no. 317), o Instituto Histórico (como é por vezes referido, abreviadamente) tem sede na Rua Barão do Abiaí, 64, no Centro de João Pessoa.

Dispõe o IHGP de uma página na Internet (www.ihgp.net) e se dispõe a ouvir o público em geral por intermédio de seu endereço eletrônico (faleconosco@ihgp.net) e de seu telefone (83-3222-0513).


QUEM É O NOVO PRESIDENTE
O Dr. Guilherme Gomes da Silveira d'Avila Lins é uma de nossas maiores autoridades em História, especialmente História Colonial (e não apenas História Colonial do Brasil!).

Além de já haver publicado grande número de livros, o novo presidente do IHGP é sócio correspondente do IHGB (Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro) e realiza frequentemente, no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano ou na Academia Paraibana de Letras (de que igualmente é membro), seminários sobre candentes e polêmicos temas da História.

Eis outras qualificações do novo (e cultíssimo!) presidente do IHGP:

* Sócio Efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP)

* Sócio Efetivo do Instituto Paraibano de Genealogia e Heráldica (IPGH)

* Ex-Pesquisador de História do Núcleo de Documentação e Informação Histórica Regional da Universidade Federal da Paraíba (NDIHR/UFPB)

* Sócio Honorário do Instituto Histórico e Geográfico do Cariri (IHGC)

* Sócio Correspondente do (hoje extinto) Instituto Histórico e Geográfico de Campina Grande (IHGCG)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico de Campina Grande (IHCG)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Patos (IHGP)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte (IHGRN)

* Sócio Correspondente do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL)

* Sócio Correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHBA)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (IHGSP)

* Sócio Correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná (IHGPR)

* Sócio Efetivo da Sociedade Paraibana de Arqueologia (SPA)

* Sócio Efetivo da Academia Paraibana de Medicina (APMED)

* Sócio Efetivo da Academia Paraibana de Filosofia (APF)

* Sócio Efetivo (Fundador) da Academia de Letras e Artes do Nordeste – Núcleo da Paraíba (ALANE-PB) [demissionário]

* Sócio Efetivo da União Brasileira de Escritores – Núcleo da Paraíba (UBE-PB)

* Sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional da Paraíba (SOBRAMES-PB)

* Sócio Efetivo da Academia de Letras de Areia (ALA) e

* Professor Emérito da Universidade Federal da Paraíba.


ANEXO BIBLIOGRÁFICO
Nesta última instituição, aliás, foi por muitos anos professor de Medicina, além de pesquisador na área da História. Mantém também um blog na Internet, sob o título de "Gravetos de História", acessível a partir do URL http://gravetosdehistoria.blogspot.com.br/

À saída da cerimônia de posse da nova Diretoria do IHGP, o público em geral receberá de brinde um volume contendo anexo bibliográfico ou catálogo com a esmagadora maioria das obras até agora publicadas pelo Dr. Guilherme d'Ávila Lins.


ELEIÇÃO A 27 DE AGOSTO 
A eleição desta nova Diretoria do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano — que atuará entre os anos de 2016 e 2019 — ocorreu no dia 27 de agosto de 2016, sob a presidência do historiador Ricardo Tadeu Feitosa Bezerra. A chapa eleita foi a seguinte:

* Presidente: Guilherme Gomes da Silveira d`Avila Lins.

* Vice-Presidente: Joaquim Osterne Carneiro.

* Conselho Fiscal: Luiz Nunes Alves, Péricles Vitório Serafim e Flávio Sátiro Fernandes.

* Suplentes do Conselho Fiscal: Ernando Luiz Teixeira de Carvalho, Lúcia de Fátima Guerra Ferreira e Evaldo Gonçalves de Queiroz.

* Diretora de Atividades Culturais: Martha Maria Falcão de Carvalho e Morais Santana.

* Comissão de Historia e Arqueologia: Francisco de Sales Gaudêncio, Humberto Fonseca de Lucena e Manoel Batista de Medeiros. Suplente: Evandro Dantas da Nóbrega.

* Comissão de Geografia e Ecologia: Marcos Cavalcanti de Albuquerque, José Mota Victor e Modesto Siebra Coelho. Suplente: Evandro Dantas da Nóbrega.

* Comissão de Antropologia, Etnografia e Sociologia: Carlos Alberto Farias de Azevedo, Otávio Augusto Sitônio Pereira Pinto e Ernando Luiz Teixeira de Carvalho.

* Suplente: Ruy Cézar de Vasconcelos Leitão.

* Comissão de Admissão de Sócios: Martha Maria Falcão de Carvalho e Morais Santana, Renato César Carneiro e Adauto Ramos. Suplente: José Nunes da Costa.

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